jump to navigation

Fala que eu te escuto 03/25/2009

Posted by Ágatha Guedes in Opinião e Bate Papo.
10 comments

Bom, para dar uma agitada no blog e para me ajudar, venho por este post pedir a ajuda de vocês, queridos leitores, para o assunto do próximo post. Tenho passado por algumas dificuldades no trabalho e ando meio sem tempo pra postar, assim como a criatividade vai embora com o estresse. Para passar por cima disso, preciso que vocês postem idéias do que querem ler aqui.

Farei o possível para atender os pedidos (que tenho certeza que não serão muitos) o mais breve possível.

Na certeza de um compreendimento pacífico, como de costume, aguardo os comentários.

Abraços a todos.

RPG por caridade 03/17/2009

Posted by Ágatha Guedes in Opinião e Bate Papo.
Tags: , ,
14 comments

Hoje estive lendo um post do Tiago Lobo (será o Lobo do Fórum Daemon?) no .20 que falava sobre o RPGista e o fato deles estarem prejudicando o RPG.

Eu concordei com o título mas não com o texto. Realmente, na minha cabeça, os RPGistas mais atrapalham do que ajudam o RPG. Mas não é por isso que devemos agir contra a natureza das coisas.

Não acho que os RPGistas atrapalham em não comprar livros ou produtos que não concordam, ou em não doarem seus livros e produtos há muito não usados. RPGistas atrapalham em ignorar novatos, tratá-los como se fossem uma praga, em fechar a cara pra todo e qualquer produto nacional (não estou dizendo para comprarem só por ser nacional, mas por dedicar alguns minutos para saber ao menos do que se trata o produto), em criticar a torto e a direito e não estar disposto a dar o braço a torcer quando as coisas mudarem de figura, em usarem e abusarem do anonimato da Internet para destruirem e divulgarem informações tendenciosas sobre esse ou aquele produto. Isso pra mim é atitude imatura e que deve ser diminuída, se não dizimada.

Resolvi citar uns exemplos de coisas que acontecem no mundo do RPG mas por outro ponto de vista, fora do mundo do RPG. Vocês perceberão como as coisas chegam ao ponto do absurdo quando vistos por outros olhos.

Pagarmos o IPTU e trabalhar para ajudar a asfaltar a rua.

É engraçado como no mundo do RPG, alguns autores têm a tendência a afirmar que a culpa do atual cenário é do jogador. Não dele que não cria nada, não dele que só publica o que os jogadores afirmam não quererem jogar, mas da gente, consumidores de um produto muitas vezes falido.

Seria engraçado e trágico vermos a cena de moradores de um bairro, pagando seu IPTU em dia, tendo que trabalhar nas obras das ruas em troco de nada, apenas de um sorriso amarelo e uma promessa de que no futuro, mais obras (ou publicações, dependendo do caso) virão.

Ver defensores de um time lutando para transformarem os outros em monstros.

Isso já acontece e nem é tão surpreendente assim. Jogadores de um time fazem de tudo para mostrarem aos outros como eles estão errados e como são aberrações por torcerem por aquele time. O que surpreende realmente é ver os jogadores de RPG, tão cultos, tão cheios de “QI”, tão cheios de ego, gritarem aos quatro cantos que tal editora só destrói os produtos e que ela não tem direito de segurar tal licença, mas essas mesmas pessoas costumam tratar os “novatos” com desrespeito em sites e comunidades de uma outra editora, essa querida por todos e sem chances de erro.

É comum apontarmos os erros e esconder-nos sob uma cortina enquanto somos consumido por nossos próprios erros.

Ver fãs de Futebol fazendo questão de divulgar o esporte só para ter mais jogadores no futuro

Isso é incomum. Pessoas que apreciam futebol não tem o costume de ficar “panfletando” em prol do esporte. Eles só jogam. Quem faz o papel de divulgar e criar o grande circo que o jogo é hoje em dia é a mídia. A mídia e os interessados em vendes seus produtos.

Esses são alguns exemplos do que eu vejo sendo divulgado como obrigatório para cada jogador de RPG. RPG deixa de se tornar um hobby e passa a ser um meio de sobrevivência, nos transformando em “membros de Pirâmides”, transformando toda e qualquer pessoa com o mínimo de inteligência em potenciais jogadores.

Não é errado querer divulgar e ajudar o seu hobby, não mesmo. Mas ditar regras e afirmar que uma ou outra coisa só está assim por culpa dos jogadores é atribuir-nos uma culpa da qual não temos. É nos tornar vítimas de uma situação que começa errada desde o topo. É tornar o RPG um modo de vida e não um produto. RPG, acima de tudo, é um jogo, um hobby e como tal tem fins lucrativos.

RPG não vai acabar e o mercado só vai acabar se cair no ostracismo. Se continuar tratando seus jogadores como mendigos em busca de qualquer migalha.

O Brasil é recordista em “Aceitação” das coisas. Nós aceitamos tudo, desde mudanças de atores no meio de séries, dubladores alternados entre episódios e outros, livros escritos de qualquer jeito e repleto de erros, reedições de livros SEM nenhuma alteração mas com um aviso grande “Todos os erros corrigidos” e coisas do tipo.

Aceitar que a culpa é nossa é só admitir uma culpa que não nos compete. No dia em que o RPG se tornar um fardo que eu tiver que carregar, eu mudarei de Hobby e passarei a jogar peteca, boliche, ou qualquer outra coisa que me ofereça respeito como consumidora.

Já sabem, né? Semana que vem todo mundo trazendo o vizinho pra conhecer o time.

Já sabem, né? Semana que vem todo mundo trazendo o vizinho pra conhecer o time.

Sexta Feira 13 03/13/2009

Posted by Ágatha Guedes in Opinião e Bate Papo.
2 comments

Buscando aumentar ainda mais os posts de Sexta Feira 13 que você vai ter que ler em tudo que é lugar, eu resolvi colaborar um pouco com você e lhe brindar com algumas idéias de aventura para esse estilo tão bem conceituado entre os RPGistas. O horror.
É fato que muitos dos jogadores gostam de aventuras no estilo investigação, horror, suspense (embora todos eles sempre fiquem mais felizes quando estão explodindo algo ou coisa do tipo, mas para manter o estereótipo de “Jogador veterano” alguns deles são obrigados a dizer coisas do tipo). Para rechear sua mesa de miolos e sangue, trazemos abaixo algumas dicas de aventuras rápidas e “one shot” para que vocês se divirtam muito. Dêem um tempo para aquela sua campanha eterna, dêem um tempo para o seu ranzinzismo cotidiano, abra a mente, guaraná…ops…tente coisas novas.

Um dia no passado: Um grupo de pessoas descobrem ou fazem algo no passado que será lembrado para todo o sempre. A vítima desse “algo” volta de seu túmulo para arremessar os personagens nas paredes e fazer justiça com as próprias mãos.
Motivos para se mestrar: É uma boa hora de uma vingança descarada e de mostrar que o mestre é quem manda.

Um outro dia no passado: Um grupo de “personagens” é morto por algum motivo e muitos estão envolvidos. Alguns anos depois, os personagens ganham a chance de voltar e dar o troco àqueles que lhes puseram nessa situação.
Motivos para se mestrar: Uma chance de deixar os jogadores agirem como sempre desejaram, atacando qualquer coisa que se mova e gritando “miooooolos”.

Criem vocês mesmos: Essa eu já fiz e aprovo. Sente com os jogadores antes da aventura começar. Reúna opiniões sobre o assassino, como ele age, com que arma ele ataca, que tipo de vítima ele ataca e tudo mais. Garanto muitos risos e diversão sem limite. – Nosso assassino usava uma luva de “Nº 1 de estádios de futebol, aquelas da cerveja e sempre que matava alguém, um rádio próximo cantava “Entre razões e emoções”, do NXZero…até hoje não sabemos se eles morriam pela música ou pelas mãos do assassino. A melhor parte: Seguindo o ritmo do gênero “qualquer um pode ser o assassino”, o jogador que sobrasse vivo no final, seria o assassino (nem ele mesmo saberia durante o jogo).
Motivos para mestrar: Fora a diversão e os dias lembrando isso, acho que não há nenhum.

Um touro ensandecido: Um touro vítima de um ritual se revolta e tem a chance de voltar do mundo dos animais mortos. O touro sai por aí atropelando todo mundo no melhor estilo Christine, de Stephen King.
Motivos para se mestrar: Imitar todos os clichês de Stephen King. Não tem preço.

Irmãos da morte: Uma aventura onde os personagens são agentes da Morte (seja a irmã do Sandman ou aquela da Turma da Mônica) e precisam ir atrás daqueles que escaparam por um triz de suas pré-destinadas mortes.
Motivos para se mestrar: Poder interpretar a Morte (da Mônica) ou a outra Morte (do Sandman).

Venha cá! Eu sou o mais rápido.

Venha cá! Eu sou o mais rápido.

Notícias e o RPG 03/11/2009

Posted by Ágatha Guedes in Opinião e Bate Papo.
Tags: , , , ,
5 comments

Há duas semanas, quando a engenheira Flávia Tinelli chegou em casa em Vila Isabel teve uma surpresa: “Vi um morcego batendo no vidro e levou susto muito grande”.

Mas, na semana passada, o morcego não se contentou em ficar do lado de fora. A janela da sala estava aberta e Flávia dormia em um quarto com o marido. No dia seguinte, outro susto. Ela tinha sido atacada pelo morcego durante a noite. Fotos mostram as marcas do ataque. “Acordei com o braço dolorido, estava sujo de sangue. Vi que o copo que fica no criado-mudo estava quebrado no chão, mas não associei nada. Só me dei conta quando meu marido me mostrou que eu tinha dois furos no braço”, lembra a engenheira Flávia Tinelli.

Os morcegos são mamíferos voadores, que normalmente habitam as florestas. Mas, com o crescimento das cidades, as construções cada vez mais perto das matas, eles passaram a viver bem perto da gente. Existem cerca de mil espécies de morcegos. Alguns se alimentam de sangue e o perigo da mordida é que esses animais podem transmitir a raiva.

A secretária Rosemery Souza Botino é moradora do Engenho Novo e não escapou deste visitante indesejada. Ela foi mordida no domingo à noite, também dentro de casa. Ficaram as marcas no braço e o medo de abrir as janelas: “Meu braço queimou, inchou, ficou coçando. Estou refém, com medo de morcegos, deixando tudo fechado.

No ano passado, foram 44 casos de ataques, dez na Tijuca. Às vezes o morcego é atraído pelo que a gente nem imagina. O biólogo da Fundação Rio Zoo Anderson Mendes Augusto fala sobre os cuidados necessários para evitar morcegos em casa.

Fonte:  G1

——————————————————————————————–

Nota da Blogueira: Acho que tem alguns irmãozinhos violando a máscara por aí. Alguém deve estar providenciando uma temporada de caça.

Vem aí “Under the Light” 03/10/2009

Posted by Ágatha Guedes in Opinião e Bate Papo.
Tags: , , ,
1 comment so far

Under the Light é a mais nova produção do esposo para a campanha de Primetime Adventures que ele vem bolando. PTA é um sistema divertido que permite que você crie séries próprias com seu grupo (outra hora eu faço uma resenha digna).

Postando para evitar a escassez total de Posts e para informar que postarei os resumos dos episódios da série por aqui. Vocês poderão nos acompanhar nessa nova tentativa de PTA.

Com a palavra, o esposo:

“Under the Light (UTL) é uma série que vai tratar de conflitos pessoais e religiosos. Ela fala sobre um grupo de religiosos charlatões que viajam o Brasil (a princípio) espalhando a fé e a camaradagem, mas sem se preocupar com quem está sendo afetado por isso. Estou fazendo o possível para evitar que alguém se sinta ofendido, nao é esse tipo de público que quero “vendo” a série. Ela não tratará de pessoas enganando pessoas, ela tratará de como se sentem as pessoas que enganam as pessoas”.

Com a palavra, a dona do blog, novamente:

Se tratando do esposo, eu já conheço o estilo de jogo e sei que posso confiar. Alguns de nossos jogadores são evangélicos e com certeza não vão deixar que ele faça algo ofensivo (e sabemos que não vai). Quando estiver resolvido eu posto aqui sobre o elenco e tudo mais. Beijos e boas vidas.

Conquistas no RPG 03/02/2009

Posted by Ágatha Guedes in Opinião e Bate Papo.
7 comments

Hoje vou apresentar a vocês uma proposta que só tive contato depois de adquirir (ou do esposo adquirir, digo, receber de presente dessa que vos fala) um Xbox 360. Nele você tem uma Gamertag (uma maneira de você se identificar na Live, a forma de identificação do seu perfil na internet) que registra todas as suas conquistas nos jogos. Cada jogo tem um número limitado de conquistas. Tais conquistas não tem nenhuma funcionalidade fora a competição (em um jogo ou outro ainda possuem um caráter mais peculiar, como em GTA IV que você consegue liberar determinado visual para seu personagem caso possua uma conquista específica), mas no geral, ela só serve para elevar teu ego e marcar uns pontinhos ao lado de sua gamertag.

Essa eu quero ver quem vai encarar

Essa eu quero ver quem vai encarar

Para o RPG eu apresento uma proposta semelhante, com variações e alternativas que permitem ao mestre contribuir com alguns pontos de experiência para os jogadores. Durante o jogo, algumas conquistas podem ser distribuídas secretamente, de modo que os jogadores, ao completarem determinado objetivo (que não deve ser o objetivo principal do jogo, do qual ele já ganhará experiência naturalmente) a conquista é liberada e o jogador computa um determinado valor no final do jogo, somando aos pontos tradicionais da partida.
As conquistas não precisam ter um caráter de aventuras, podendo ser de simples resolução e até mesmo parte do cotidiano de algum personagem, mas essa prática se tornará mais interessante se o mestre começar a explorar algumas outras áreas com elas. Conquistas como “morder um zumbi”, “deitar-se com uma camponesa casada”, “lançar magia em um nobre”, “vencer um duelo” entre outras podem trazer um pouco de diversão e até mesmo de surpresas para a mesa. O ideal é que quando um jogador “desbloquear” tal conquista, ele receba um aviso naquele momento de que tal conquista está sendo desbloqueada e que os pontos serão atribuídos a soma final.
O mestre pode optar por um método mais secreto de distribuição de conquistas. Ele pode estipular que apenas ele terá conhecimento das conquistas ocultas, tornando-as mais ocultas ainda. Caso o jogador “desbloqueie” uma conquista, ele não recebe um aviso, sendo avisado, no fim do jogo, sobre uma “possível” conquista que ele desbloqueou no decorrer da sessão. Esse método permite que mais jogadores desbloqueiem a mesma conquista, evitando que todos durmam com a camponesa casada (espero que não a mesma) e busquem “evolução” a qualquer custo.
É importante salientar o “perigo” de adotar as tais “conquistas”. Caso seus jogadores sejam imaturos e ajam como abutres atrás de XP, você precisa tomar cuidado extremo para evitar que suas sessões não passem de histórias de “heróis” lutando para irem para a cama com a mesma camponesa, para matarem zumbis aos dentes e para lançarem magias em nobres. Será uma extrema exibição de imaturidade para os seus queridos olhos. Para utilizá-la, tenha certeza que os jogadores saberão lidar com elas.
Ps.: Se você achar que é divertido jogar com jogadores que busquem mais conquistas do que o próprio objetivo de jogo, então você estará no caminho certo caso eles comecem a realizar as ações citadas acima. Só é inapropriado caso o mestre NÃO esteja se divertindo. Se, por qualquer motivo, todos, eu disse TODOS, os presentes estiverem se divertindo, não há porque interromper e dar um esporro. Siga em frente e boa diversão.

Xbox360.: (além da piada com o PS2, esta observação vem para alertá-los sobre as Gamertag’s “Littlecoke” e “Vanguedes” pela Live afora. Caso tenha Live e queira adicionar, será um prazer trucidar vocês em GTA IV. Saudações e abraços para todos)

RPG à força 03/02/2009

Posted by Ágatha Guedes in Opinião e Bate Papo.
Tags: ,
1 comment so far

Antes de mais nada, desculpe pela ausência. Meus planos já estavam todos feitos e vocês estavam inclusos nele, de repente surgiu uma história de viagem e tudo foi por água abaixo. Arrumei tudo e saí meio sem rumo, agora que estou de volta vou tentar atualizar aqui.

Para começar, aqui vai uma matéria que eu havia escrito antes do carnaval, em breve posto também (hoje, de preferência) uma matéria nova sobre conquistas, vocês vão entender. Beijos a todos.

Gente, vocês precisam entender uma coisa, de uma vez por todas. RPG é magnífico, RPG é lindo, é perfeito e te fez ser uma pessoa melhor. Bom para você. Você precisa enfiar nessa sua cabecinha oca, de uma vez por todas, que RPG pode não ser agradável a todas as pessoas. Sim, isso é possível.
Eu sei que é difícil admitir, mas nós precisamos aceitar que assim como futebol, música, dança, culinária e tantos outras coisas, RPG não agradará 100% das pessoas. Nunca. Quantas vezes você mesmo já não torceu o nariz porque fulaninho falou que gostava de Calypso?
Já passei por muitas situações desse tipo, onde um jogador explica exaltado como é divertido saltar nas costas de dragões, lançar magias e viajar por longas jornadas, tudo isso na imaginação, para logo em seguida receber um olhar de “Hã?” do espectador. Diante da visão de dúvida, o jogador alterou-se ainda mais, alegando que “ela não sabia o que era bom” e coisas preconceituosas do tipo. Gente, vamos ser francos, dependendo da situação, RPG não é a única forma de diversão.
Há, no Brasil, um grande problema com gostos e preferências. Sempre observamos na internet ataques contra pessoas que não concordam com nossos gostos, preferindo jogos mais de ação do que de interpretação.
Certa vez fui ao encontro da RedeRPG no Bob’s da Tijuca e conheci algumas pessoas. Muitas delas deixaram claras as preferências por apenas jogar RPG, nada mais. Nunca saíram, nunca jogaram outra coisa, nada que os deixasse ser “menos nerd”. Tudo tinha que estar dentro do padrão “nerd de ser”.
Vou contar um segredo: Existe vida depois das sessões de jogo. E muitas pessoas preferem essa “vida” do que a outra, jogando RPG. Se sua namorada, companheira, amiga, cachorro, papagaio, não quer jogar, não tem interesse em saber como é o RPG. Deixe-a em paz, no cantinho dela. Não há nada mais horrível do que sermos importunadas por gente nos obrigando a assistir horas e horas de gente falando sem nenhum nexo (pra nós, tudo aquilo tem nexo, mas imagine alguém que nunca ouviu falar).
Sabemos que o RPG no Brasil nos torna mendigos de jogadores. Muitas vezes nos vemos correndo atrás de jogadores e tentando iniciar pessoas ao Hobbie, mas não faça isso com todos. Não torne-se um vendedor da Herbalife negociando dados. Deixe aqueles que não se interessam de fora. Eles não serão menos amigos ou menos inteligentes por isso, pelo contrário, mostra que eles têm personalidade e gostos diferentes de você, mas isso nunca tornou ninguém menos amigo que ninguém. Né?
Da próxima vez que se pegar narrando as estripulias de seu bardo na terra de Oz, separe dois segundos para observar os gestos da pessoa que está te ouvindo, se ela não mostrar interesse, deixe-a falar um pouco, deixe-a interagir e acrescentar algo no assunto. Em uma conversa tradicional duas pessoas acrescentam informações e interesses. Não se faz uma boa conversa com apenas uma pessoa narrando suas qualidades, sejam elas fantásticas ou não.